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FEZ-SE BUCÓLICO

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PASSAGE [2007] por Cornelia Konrads

FEZ-SE BUCÓLICO

 

Ultrapassado por este Elo

Imorredouro que a todos liga,

Deixou-se tecla pelo cultivo

Daquele selo-gesto tão belo,

 

Aquele cheiro-toque singelo

Que letra alguma expressa na vida.

Olhar velado ao vivo, lívido,

Amarelo do sol, amarelo.

 

O jeito, o toque, a reação

Espontânea, desvelada monção.

Postes de palmeiras imperiais,

 

Aromas curtidos, imoldados,

Esta grama, ‘eus’ desconcertados,

Tudo que não passa por meios digitais.

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Soneto: Diêgo Melo Oliveira em SONETOS INSERTOS(2015) veja mais>>>poemaspoiesis.webnode.com

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