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CERTEIRO

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CERTEIRO

Quando o tiro pega na veia que pulsava,

E ainda quando a mira é adelgaçada

Em meio ao breu consciente, intuída, mais nada,

É espantoso olhar a pena do alvo que voava.

 

Sim, era esperado, do contrário, não atirava!

Mas é que há um num sei quê ao ver a armada

Conectar da base da pólvora cinza papocada

Com o destino do projétil que também a almejava!

 

Ainda que se repita um infinito e mais,

Realiza quando acontecem, são sempre especiais,

Esses encontros da bala com a caça.

 

A história no sangue da ave,

A memória do superado entrave,

O caçador, comendo, disfarça.

__________________________________________

dIÊGO mELO oLIVEIRA, novos sonetos, 2016

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